quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Cozinha Gourmet

Elementos da cozinha gourmet:
- Ilha – em granito, mármore, ou até madeira, apoia o cooktop – “fogão de mesa” – a coifa compõe o conjunto- A ilha no meio da cozinha é feita para ser rodeada de pessoas, compondo com balcão e bancos, para se comer ao lado do preparo. Algumas ainda têm adegas embaixo e muitas servem de armários. Muitas também podem incluir a própria cuba para se lavar a louça, depende do tamanho que você optar.
-Torre – já que o fogão foi para uma bancada separada, aonde fica o forno? Ele fica encaixado em uma torre – sendo esta de madeira, ou pedra, esta torre fica da altura do pé direito da cozinha e comporta micro-ondas e até dois tipos de fornos. O legal é que esses eletrodomésticos ficam na visão da pessoa, sem que esta tenha que se abaixar para ver como está a comida – muito mais prático não acham?
Quando a cuba – lavatório não estiver junto da ilha, apenas uma parte de alguma parede pode dar conta disso- e podemos trabalhar com elementos de revestimentos em cima da pia, como pastilhas, ladrilhos hidráulicos – não sendo necessário mais revestir a cozinha toda de azulejos!
Armários?Eles não são mais necessários! Eles só existem agora embaixo da pia ou da Ilha…Afinal, a maioria das casas já tem despensa para guardar alimentos e louças… e a praticidade permite excluir as parafernálias! E isso é uma boa mudança nos projetos residenciais…pois agora cozinha e sala de jantar são a mesma coisa…Se integram, conversam entre si, viram um só ambiente.
As cozinhas gourmets se integram também as varandas gourmets, estas, compõe churrasqueira e forno de pizza, chopeira e etc…é uma outra cozinha, mas ficam sempre próximas… é a área externa de lazer da casa. Essa tem intenção de receber pessoas, por isso devem se compor com balcões de pedra, sofás externos, muito conforto e charme. Mas não deixa de ser outra cozinha também.

sábado, 14 de setembro de 2013

PAPEL DE PAREDE

O papel de parede é um tipo de revestimento capaz de modernizar a decoração da casa. Ele pode ser aplicado no espaço vertical de diversos ambientes, incluindo sala, cozinha, quarto, banheiro e hall de entrada. Apesar da variedade expressiva de cores, texturas e padrões, é necessário tomar alguns cuidados para escolher o papel de parede ideal.
Prático e surpreendente, o papel de parede faz uma perfeita cobertura das superfícies verticais e transforma o visual da casa O material é charmoso, capaz de acrescentar um toque de personalidade a cada espaço e contribuir com a questão da identidade. É importante lembrar que, dependendo da forma como o revestimento é usado, ele cria sensações e efeitos nos ambientes.
O papel de parede é um material fácil de aplicar com o qual é possível dar cara nova ao quarto, à sala e até à cozinha sem ter que enfrentar uma reforma. Encontre o estilo que mais combina com o seu lar.
• O papel de parede dotado de cores quentes e desenhos pequenos ajuda a tornar um ambiente mais íntimo.
• Um papel de parede mais grosso e pesado é uma ótima opção para disfarçar as imperfeições do antigo revestimento.
• As estampas grandes costumam causar a impressão de o espaço ser menor, por isso muito cuidado ao usá-las nas paredes de cômodos que já são pequenos.
• Para que o ambiente pareça maior, é recomendado usar um papel de parede claro e neutro. Caso o objetivo seja usar um tipo de estampa, então vale trabalhar com riscas, verticais para aumentar altura ou horizontais para causar a impressão de a área ser mais larga.
A escolha do papel de parede depende muito da proposta da decoração. O morador terá que levar em conta suas preferências para determinar as principais cores, padronagem e possível textura do material que vai revestir uma divisão da casa.
Antes de comprar um rolo de papel de parede e demais elementos para a aplicação, é importante elaborar um planejamento e até fazer testes para ter uma noção dos resultados. Neste primeiro momento, é possível determinar quais paredes serão decoradas com as estampas do novo revestimento, sempre buscando o equilíbrio e a harmonia para não ter surpresas desagradáveis no fim da reforma.
Tendo em mente o estilo da decoração do cômodo, o morador tem condições de definir o tipo de estampa que será trabalhada nas paredes: retrô, moderna, romântica, clássica, divertida, entre outros. Caso os móveis já tenham sido escolhidos, o papel de parede precisa seguir o mesmo conceito.
Outro aspecto precisa ser levado em conta na hora de escolher o modelo de papel de parede, trata-se da qualidade. O material só vai funcionar como um bom revestimento se ele apresentar conforto, durabilidade e fácil limpeza.

Moderno
A mistura de duas estampas deixa o espaço atual, mas elas devem ter pelo menos uma cor em comum para não destoar. "Aposte no papel como cabeceira da cama. É uma sugestão mais barata e bastante estilosa para os quartos", explica a designer de interiores Michelle Gomes. As listras horizontais dão a impressão de que o lugar é bem maior.

Use papel de parede para decorar a cabeceira da cama
Foto: Dreamstime
Clássico
Os tons neutros e os elementos florais e da natureza são fáceis de coordenar. Motivos pequenos e sinuosos ainda dão volume aos ambientes. "Eles são ideais para cômodos em que você fica muito tempo, como salas de estar, quartos e escritórios", diz Michelle Gomes.

O quarto dos seus filhos pode ficar mais alegre com um papel de parede com temas infantis
Foto: Dreamstime
Divertido
Esse tipo é indicado para lofts, quartos infantis e lugares de passagem, como corredores e lavabos. Para obter o efeito descontraído e não poluir, os muito coloridos devem ficar apenas em uma parede. "Com uma base neutra, deixam o ambiente iluminado", detalha Gina Elimeleck, designer e gerente da Tergo Print.

Retrô
O primeiro passo para escolher o desenho da aplicação é analisar o piso, a mobília e a iluminação do cômodo. Móveis de madeira escura e poltronas de cor forte pedem estampas de tons quentes, como laranja e marrom.

Quem disse que o papel de parede só pode ser em cores neutras?
Foto: Dreamstime

Quer renovar os ambientes da casa, sem apelar para latas e latas de tinta? Aposte nos papéis de parede. Para fazer uma aplicação perfeita de papel de parede, é importante ficar atento à qualidade do papel e, principalmente, ao lote. Quem dá a dica é Geisa Cardoso, supervisora de instalação da Casa do Papel de Parede, em São Paulo. Ela também explica como fazer a manutenção do papel. É simples: basta limpá-lo com pano úmido! Confira o passo a passo abaixo:

Você vai precisar de:
. Balde médio para diluir a cola
. Escada
. Fita métrica
. Broxa ou rolo de pintura
. Tesoura
. Estilete afiado
. Espátula para corte, de preferência de aço
. Pano seco

Siga o passo a passo


Como aplicar papel de parede
1. Limpe a parede com pano úmido e espere secar. Se houver alguma imperfeição, passe uma lixa para aumentar a aderência do papel.

2. Meça a superfície e defina o tamanho das tiras. Corte o papel e deixe 0,10 cm para o recorte no teto e outros 10 cm para o rodapé. 
Como aplicar papel de parede
3. Passe cola (veja abaixo as instruções para prepará-la) em abundância, do centro para as bordas. Dobre o papel, juntando as pontas. Espere 1 minuto e passe mais uma mão de cola.

4. Comece aplicando o papel no teto. Espere colar e vá desenrolando até o chão. Repita o processo, dispondo uma folha ao lado da outra. 
Como aplicar papel de parede
5. Conforme for colando o papel, passe um pano seco para retirar o excesso de cola. Dê leves tapinhas para evitar as bolhas.

6. Recorte os excessos de papel fazendo vincos firmes com a espátula. Passe o estilete para reforçar e puxe a rebarba com as mãos.

Como fazer a cola para aplicar o papel de parede


Use cola em pó, diluída em água, sem química e sem cheiro. É a mais adequada para a aplicação do papel de parede. No início, quando é misturada, ela parece um mingau cheio de bolas, mas se dissolve após uma hora, aproximadamente. Prepare-a de acordo com a instrução da embalagem. Dica: com R$ 15, em média (preços sugeridos para outubro/2010), você compra 100 g de cola. É o suficiente para 30 m².

O que fazer com as tomadas e interruptores


Deixe o papel de parede passar por cima deles. Quando o papel estiver seco, faça um corte no formato de uma cruz sobre a tomada ou interruptor. Em seguida, abra as partes cortadas com cuidado. Arremate cortando em volta com o estilete afiado.

Um quarto muito mais aconchegante

A publicitária Lucila Zahran Turqueto, editora do blog Casa de Valentina, de São Paulo, resolveu decorar o quarto com papel de parede. Ela optou pela linha Mata, da coleção Marcelo Rosenbaum, da Bobinex. Confira o antes e o depois da transformação do quarto.
Antes e depois de quarto com papel de parede

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Como escolher o piso

“Os pisos devem ser padronizados, com mínimas diferenças no tamanho entre uma peça e outra, que influenciam muito na sua colocação. Também devem ter boa resistência a mancha d’agua, desgaste superficial e lascamento  da superfície esmaltada”.
E destaca: “O preço é importante, mas deve-se levar em conta o custo-benefício, pois a aplicação é definitiva. Remover e trocar a cerâmica gera um custo alto”.
Além de todos os cuidados, pense na decoração! Atualmente há opções de pisos foscos, esmaltados, lisos, com ranhuras, 3D ou que imitam madeira e pedras. Mas seja qual for a escolha, ela deve ser um aliada na hora de levar estilo ao ambiente. 
  
  
10 Dicas para escolher a cerâmica: 
1 – Defina o local de aplicação: cerâmicas para parede têm resistência menor do que as cerâmicas para piso. Portanto é indicada a utilização de tipos diferentes e com argamassa mais flexível. 
2 – Analise o tráfego de pessoas: em locais onde o tráfego de pessoas é maior, e com diferentes tipos de calçado, é indicado um piso mais resistente a abrasão. 
3 – Escolha o piso certo para cada ambiente: De uma forma geral, a garagem e o banheiro, por exemplo, precisam de pisos diferentes, pois recebem impactos diferentes. O que não quer dizer que um piso seja melhor do que o outro, e sim mais adequado para determinado ambiente. 
4 – Confira se o produto é de qualidade: Resistência a impactos, lascamentos, manchas, uniformidade no tamanho das peças e resistência a mancha de água são alguns dos fatores que fazem a diferença. 
5 – Pesquise sobre o fabricante: Saber a procedência do piso é essencial para reconhecer suas propriedades. Conheça sua política de qualidade e busque indicação de outros clientes. 
6 – Leve em consideração os cuidados com o piso: A durabilidade do produto também depende dos cuidados que serão dados a ele. Por isso, na hora de escolher o tipo ideal, é preciso pensar nos detalhes e saber, por exemplo, se móveis serão arrastados ou como será feita a limpeza. 
7 – Pense na limpeza e manutenção: Pisos com textura lisa ou com menos ranhuras são mais fáceis de limpar. 
8 – Pense na decoração: O piso precisa ser um aliado na decoração. De uma forma geral, a preferência é por cores mais claras e neutras, como branco e bege, de fácil combinação. Eles podem ser foscos, esmaltados, lisos ou com ranhuras. Mas também não é proibido ousar: há opções com design diferenciado, como o 3D, e ainda que imitam madeira e pedras. 
9 – Analise a luminosidade do ambiente: em ambientes mais escuros, por exemplo, podem ser usados pisos em tons mais claros para dar luminosidade. 
10 – Saiba qual é o PEI do piso: Os revestimentos cerâmicos são classificados segundo um teste de resistência que indica os ambientes mais adequados para sua aplicação. Essa classificação é conhecida como Índice PEI, e todas as cerâmicas de qualidade devem ter a PEI gravada na embalagem indicando o local de uso.
PEI 1: Produto recomendado para ambientes residenciais onde se caminha geralmente com chinelos ou pés descalços. Exemplo: banheiros e dormitórios residenciais sem portas para o exterior. 
PEI 2: Produto recomendado para ambientes residenciais onde se caminha geralmente com sapatos. Exemplo: todas as dependências residenciais, com exceção das cozinhas e entradas. 
PEI 3: Produto recomendado para ambientes residenciais onde se caminha geralmente com alguma quantidade de sujeira abrasiva que não seja areia e outros materiais de dureza maior que areia (todas as dependências residenciais). 
PEI 4: Produto recomendado para ambientes residenciais (todas as dependências) e pequenas áreas comerciais com medio tráfego. 
PEI 5 (mais resistente): Produto recomendado para ambientes residenciais e comerciais com tráfego muito elevado. Exemplo: restaurantes, churrascarias, lanchonetes, lojas, bancos, entradas, corredores, exposições abertas ao público, consultório, outras dependências.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

MÓVEIS PLANEJADOS - A HORA DE ESCOLHER UM MARCENEIRO




Na hora de escolher um marceneiro, é importante lembrar-se de algumas dicas que podem ajudar a decidir se esse é mesmo o profissional certo para fazer o trabalho que você precisa. Confira:

-Encontre um marceneiro que seja da sua cidade ou região. O Portal Masisa Inspira é uma ótima ferramenta para lhe ajudar a escolher.
-Avalie o portfólio do profissional, assim como os comentários das pessoas que já usaram os serviços dele.
-Quando já tiver escolhido o marceneiro, faça uma visita à marcenaria.
-Peça três referências de clientes que já trabalharam com o marceneiro – nome, telefone e, -principalmente, endereço. Procure saber como foi a experiência dessas pessoas com o profissional escolhido, incluindo atendimento, cumprimento de prazo, qualidade do produto, instalação etc.
-Se possível, visite pelo menos uma dessas indicações.
-Solicite projetos em três dimensões com todas as especificações de materiais utilizados.
-Se for trabalhar com aquele marceneiro, peça para ele assinar o projeto em três dimensões e assine você também, como se fosse um contrato.
Em uma planilha de custos de obra (principalmente quando se trata de uma obra residencial), o item marcenaria é sempre o que mais assusta.
Armários planejados na cozinha, na lavanderia e nos dormitórios, prateleiras nas despensas e depósitos, esquadrias (portas e janelas), rodapés, forros, móveis especiais, a marcenaria está presente em todos os ambientes.
O cálculo médio mostra que o custo da marcenaria equivale em média a 30% do valor do imóvel.É sério. Quem ainda não passou por uma obra não tem muito essa noção.
Por isso, a escolha da marcenaria que vai executar a sua obra tem que ser muito cuidadosa.
Pela minha experiência em obras e reformas e em lidar com muitos profissionais desse ramo, elenquei algumas dicas importantes que podem garantir a satisfação de quem contrata um marceneiro, tanto em relação à qualidade e fidelidade ao projeto contratado, quanto ao prazo e aos custos. Vamos a elas:
1. Primeiro eu sugiro que se compare orçamentos (o ideal é ter ao menos TRÊS diferentes empresas), não só os preços, mas também a descrição dos itens orçados. É importante comparar coisas iguais. Comparando a descrição, você percebe detalhes que podem não estar incluídos (como puxadores, ferragens, vidros, espelhos, luminárias embutidas na marcenaria, etc.);
2. Sobre o acabamento escolhido: é importante ver uma amostra do tipo de madeira. Escolha bem a cor, os veios e também o acabamento do verniz (brilhante ou fosco) e o acabamento da pintura (quando se trata de laca). O ideal é assinar o verso da amostra escolhida para que ela seja seguida pela marcenaria;
3. Sobre o prazo: se certifique de receber um contrato que garanta um prazo máximo de entrega e montagem do material. Se não houver multa contratual para atrasos, vincule parte do pagamento à finalização do trabalho;
4. Uma indicação do seu arquiteto ou de alguém conhecido é muito importante. Mas se não conhecer o trabalho da empresa, peça indicações de clientes para se informar sobre sua idoneidade;
Existem muitas marcenarias de qualidade competindo nesse mercado, por isso não faltarão opções de empresas sérias e competentes para te atender. Não se contente com pouco, e não se permita ficar frustrado com o resultado de um produto tão caro que interfere tanto na qualidade e acabamento da sua casa

Marceneiro:

Prós:
-O acabamento no marceneiro muitas vezes é melhor que o da loja, pois é um trabalho mais "artesanal";
-Você pode ter como referência trabalhos realizados por ele na casa de outras pessoas, para ver se está bem-feito;
-A negociação de valores e a conversa é mais flexível;
-Pode sair mais barato que comprar na loja;
-Você terá mais flexibilidade para escolher tamanhos e acabamentos, detalhes especiais, cores, etc.

Contras:
-O marceneiro geralmente não fornece certificado de garantia, cabendo a relação de confiança fazer esse papel - se o móvel estragar, apele para a boa vontade dele. (você pode escrever um contrato antes e pedir para ele assinar e registrar em cartório, é uma boa opção para evitar surpresas)
-Nem sempre ele pode cumprir os prazos, deixando você na mão; (a ideia acima do contrato também vale aqui);
-Você terá que levar o projeto já desenhado por um arquiteto ou designer de interiores, correndo o risco de "bolar" tudo sozinha com o marceneiro e no final não ficar legal.

Lojas:

Prós:
-A loja conta com profissionais especializados que podem te guiar na hora do projeto dos móveis;
-As lojas fornecem garantia de alguns anos, então você pode requerer reparos caso estrague antes do tempo;
-Você pode ser mais rígido (a) na cobrança dos prazos de entrega e montagem, pois tem direitos como consumidor;
-É possível visualizar em showroom e catálogos o resultado final.

Contras:
-O preço é geralmente mais salgado;
-O acabamento pode não ser tão caprichoso quanto o do marceneiro;
-A durabilidade pode não ser tão alta;
-A loja não é tão flexível quanto a tamanhos e modulações, pois geralmente as dimensões já são pré-estabelecidas, ficando limitado detalhes adicionais.